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	<title>Krix Apolinário &#187; Segurança</title>
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		<title>Diretórios Montados Via SSH</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 11:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Krix Apolinário</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comandos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[SSH]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, Se você acha chato ficar usando o comando scp onde, tem-se que digitar aquelas informações e depois digitar a senha para poder assim transmitir algo, é melhor utilizar o SSHFS. O SSHFS (Secure SHell FileSystem) é um sistema de arquivo capaz de operar arquivos de um computadore remoto, ou seja, é como se você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Se você acha chato ficar usando o comando scp onde, tem-se que digitar aquelas informações e depois digitar a senha para poder assim transmitir algo, é melhor utilizar o SSHFS. O <a title="SSHFS" href="http://fuse.sourceforge.net/sshfs.html" target="_blank">SSHFS (Secure SHell FileSystem)</a> é um sistema de arquivo capaz de operar arquivos de um computadore remoto, ou seja, é como se você montasse o diretório de um outro computador no seu ou onde você montou. Ele usa o SSH (Secure Shell) para fazer o login no computador remoto.</p>
<p>A implementação de onde o SSHFS será montado é feita por meio de um módulo do Kernel chamado <a title="FUSE" href="http://fuse.sourceforge.net/" target="_blank">FUSE (Filesystem in Userspace)</a>.</p>
<p>A instalação é bem rápida e simples:</p>
<p><span style="color: #008000;">[krix@rogue]# apt-get install sshfs</span></p>
<p>Adicione seu usuário no grupo fuse:</p>
<p><span style="color: #008000;">[krix@rogue]# </span><span style="color: #008000;">usermod -a -G fuse krix</span></p>
<p>Crie um diretório onde você irá montar o diretório do computador remoto:</p>
<p><span style="color: #008000;">[krix@rogue]# mkdir  /media/videos</span></p>
<p>Montando um diretório:</p>
<p><span style="color: #008000;">[krix@rogue]# sshfs  krix@192.168.5.86:/backup </span><span style="color: #008000;">/media/videos</span></p>
<p>Onde:</p>
<p><span style="color: #ff6600;">krix = É o login do usuário;<br />
192.168.5.86 = É o IP do computador remoto, também podendo ser o nome do servidor;<br />
/backup = É o diretório no computador remoto que irei montar;<br />
/media/videos = É o diretório criado na máquina local onde terá /backup montando.</span></p>
<p>Desmontando o diretório:</p>
<p><span style="color: #008000;">[krix@rogue]# fusermount -u </span><span style="color: #008000;">/media/pcremoto</span></p>
<p style="text-align: center;">:wq!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Port Scan</title>
		<link>http://blog.krix.com.br/2008/06/02/port-scan/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=port-scan</link>
		<comments>http://blog.krix.com.br/2008/06/02/port-scan/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 16:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Krix Apolinário</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, Semana passada fiz uma breve apresentação sobre Port Scan, nada muito super trabalhado, coisa simples, além do que não há na verdade muito o que se falar sobre o assunto. Então, deixando de muita conversa, estou deixando aqui o PDF para que vocês possam dar uma olhada e caso tenham críticas e sugestões construtivas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Semana passada fiz uma breve apresentação sobre Port Scan, nada muito super trabalhado, coisa simples, além do que não há na verdade muito o que se falar sobre o assunto.</p>
<p>Então, deixando de muita conversa, estou deixando aqui o PDF para que vocês possam dar uma olhada e caso tenham críticas e sugestões construtivas, serão bem vindas.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="PDF Port Scan" href="http://blog.krix.com.br/krix/wp-content/uploads/arquivos/port-scan.pdf" target="_self">PDF de Port Scan</a></p>
<p style="text-align: center;">:wq!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Criando Uma Chave de Acesso SSH</title>
		<link>http://blog.krix.com.br/2008/04/27/criando-uma-chave-de-acesso-ssh/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=criando-uma-chave-de-acesso-ssh</link>
		<comments>http://blog.krix.com.br/2008/04/27/criando-uma-chave-de-acesso-ssh/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 00:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Krix Apolinário</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comandos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[SSH]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, Hoje em dia é algo bastante comun quando se vai logar em algum servidor você usar uma chave ssh para logar via rede. A geração é bastando simples, apesar de parecer complicadíssimo pra quem não sabe ou quem está aprendendo&#8230; [krix@rogue]$ ssh-keygen -t [rsa/rsa1/dsa] -f /home/$USER/.ssh/id_[rsa/identity/dsa] -b [1024/2048] Blz! Mas pra que serve esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Hoje em dia é algo bastante comun quando se vai logar em algum servidor você usar uma chave ssh para logar via rede. A geração é bastando simples, apesar de parecer complicadíssimo pra quem não sabe ou quem está aprendendo&#8230;</p>
<p><span style="color: #008000;">[krix@rogue]$ ssh-keygen -t [rsa/rsa1/dsa] -f /home/$USER/.ssh/id_[</span><span style="color: #008000;">rsa/identity/dsa</span><span style="color: #008000;">] -b [1024/2048]<br />
</span></p>
<p>Blz! Mas pra que serve esse -t, -f, -b e o que danado é ssh-keygen?? Abaixo coloquei uma explicação bem rápida sobre a função de cada uma das opções deste comando:</p>
<p><span style="color: #ff9900;">-t</span> é referente ao tipo do algoritmo usado para a geração da chave.</p>
<p><span style="color: #ff9900;">-f</span> designa o caminho onde ficará a sua chave.</p>
<p><span style="color: #ff9900;">-b</span> é referente a quantidade de bits usado pelo algoritmo.</p>
<p><span style="color: #ff9900;">ssh-keygen</span> é o utilitário que irá gerar o par de chaves pública/privada onde no servidor o qual desejo acessar deve conter minha chave pública, somente, para poder conseguir logar via chave. Lembre-se a privada é so e exclusivamente sua.</p>
<p>Espero que tenha ajudado.</p>
<p align="center">:wq!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tópicos do Segurança de Redes</title>
		<link>http://blog.krix.com.br/2007/07/04/topicos-do-seguranca-de-redes/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=topicos-do-seguranca-de-redes</link>
		<comments>http://blog.krix.com.br/2007/07/04/topicos-do-seguranca-de-redes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2007 16:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Krix Apolinário</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa semana fiz uma prova sobre segurança em redes na universidade e enquanto estudava fiz um txt formado por tópicos com mini resumos sobre o que iria cair na prova. E hoje estou postando justamente esse txt. PS: Críticas construtivas e elogios são bem vindos! &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; AMEAÇAS DIGITAIS ATAQUES ATIVOS # DOS / DDOS - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:left;font-family:times new roman;"><span style="font-size: 85%; color: #ff6666;">Essa semana fiz uma prova sobre segurança em redes na universidade e enquanto estudava fiz um txt formado por tópicos com mini resumos sobre o que iria cair na prova. E hoje estou postando justamente esse txt. </span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; color: #ff6666;">PS: Críticas construtivas e elogios são bem vindos!</span><span style="font-size:85%;"></p>
<p></span></div>
<div style="text-align:center;font-family:times new roman;"><span style="font-size:85%;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
</span></div>
<div style="text-align:center;font-family:times new roman;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:180%;">AMEAÇAS DIGITAIS</span></p>
<p></span></p>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:180%;">ATAQUES ATIVOS</span></p>
<p></span><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:130%;"># DOS / DDOS</span><br />
- Ataque de negação de serviço distribuído.<br />
- O ataque provem de múltiplas máquinas que encontram-se na net, onde muitas vezes, ou até mesmo em sua maioria, nem sabem que estão sendo usadas para fazer um ataque ficando dessa forma como se fosse uma rede com um mestre e vários zombies atacando uma vítima indefesa.<br />
- Por utilizar muitas máquinas para realizar o ataque fica difícil o combate por não se sabe de onde provém o ataque.<br />
- Causa a vítima: Quebra de sistema, cosumo de resursos, entre outros.</p>
<p></span><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:130%;"># SYN FLOOD</span><br />
- Ataque de negação de serviço.<br />
- É enviado a o servidor (vítima) uma grande quantidade de segmentos SYN com o IPs origem falsos, onde por natureza ele aloca serviços para atender a solocitação de conexão e manda os SYN-ACK para os endereços IPs falsos e espera um ACK para estabelecer a conexão na verdade nunca irá receber e dessa forma acaba &#8220;intupindo&#8221; o servidor de forma a chegar um ponto que o mesmo não mais atenderá a novas requisições de segmentos SYN, mesmo sendo oriundos de IPs verdadeiros.<br />
</span><span style="font-size:85%;"><br />
<span style="font-size:130%;"># PING DA MORTE</span><br />
</span></div>
</div>
<p><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Envio de pacotes TCP/IP de tamanho inválidos para servidores, acarretando o seu travamento ou ao impedimento de trabalho.</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- O atacante manda um pacote ping tendo como IP origem o IP vitima e como endereço de destino o endereço de broadcast da rede. Todos da rede mandam resposta para a vitima.</span></p>
<p><span style="font-size: 130%; font-family: times new roman;"># BUFFER OVERFLOW</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Sobrescreve </span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">o próprio códig</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">o em execução.</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Tem o objetivo de executar algum código, ou conseguir acesso administrativo na máquina.</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Causa um estouro de pilha.</span></p>
<p><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;"><br />
<span style="font-size:180%;">ATAQUES PASSIVOS</span></span></p>
<p><span style="font-size: 130%; font-family: times new roman;"># SNIFFING</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Extremamente diícil a detecção.<br />
- Bastante silencioso e também muito usado.<br />
- Captura todo o texto claro e comunicações não encriptadas que trafeguem pela rede.<br />
</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 130%; font-family: times new roman;"># FORÇA BRUTA</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Testa todos os caracteres possíveis até que consiga acesso.</span></p>
<p><span style="font-size: 130%; font-family: times new roman;"># ATAQUES DE DICIONÁRIO</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Reduz sensivelmente o tempo de quebra.</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Testa modificando para o estilo Hackish: c@73dr@l, p1c0c@&#8230;</span></p>
<p><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;"><br />
<span style="font-size:180%;">CÓDIGOS MALICIOSOS</span></span></p>
<p><span style="font-size: 130%; font-family: times new roman;"># VÍRUS</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Auto replicante.</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Contudo não tem vida própria, precisa ser executado para poder ser ativado.</span></p>
<p><span style="font-size: 130%; font-family: times new roman;"># WORMS</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Auto replicante, contudo não altera o arquivo.</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Quase que imperceptível, normalmente sendo descober quando o recurso já está bastante consumido.</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Comtaminação muito comum através de emails.</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Diferente do vírus, não precisa ser executado para ser ativado.</span><span style="font-size:85%;"><br />
<span style="font-size:130%;"><br />
</span></span><span style="font-size: 130%; font-family: times new roman;"># TROJANS</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Normalmente escondido em um programa que aparenta ser legítima.</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Assim como os vírus precisa ser executado para ser ativado.</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Não se auto replica.</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- A intenção de seu uso é ter acesso remoto a máquina da vítima.</span></p>
<div style="text-align:center;font-family:times new roman;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:180%;">SEGURANÇA EM COMUNICAÇÃO</span><br />
</span></div>
<p><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;"><span style="font-size:180%;">VPN</span> <span style="font-size:78%;">(Virtual Private Network)</span><br />
- Método seguro de transmissão de dados através de uma rede pública.<br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- Tem como técnicas para emular uma rede privada real: Criptografia e  Tunelamento.<br />
- Requer três protocolos: Entrega, Encapsulamento &#8211; englobando PPTP, L2TP, IPSec, Secure Shell &#8211; e Passageiro &#8211; os dados.<br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">- As VPNs podem ser:<br />
¬ host-to-host &#8211; Entre duas máquinas.<br />
¬ host-to-site &#8211; Entre uma máquina e um grupo de máquinas.<br />
¬ site-to-site &#8211; Entre dois grupos de máquinas.<br />
¬ acesso remoto &#8211; Emula a infra-estrutura de uma rede privada para ser usada em uma rede pública num compartilhamento.<br />
- </span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;">RFC 4265.</span><span style="font-size:85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;"><br />
</span><span style="font-size: 85%; font-family: times new roman;"><span style="font-size:180%;">RADIUS</span> <span style="font-size:78%;">(Remote Autentication Dial-In User Service)</span><br />
- Criado pela Livingston Enterprises.<br />
- Define protocolo para autenticação tendo pontos de controle distribuídos.<br />
- Acesso remoto a VPN.<br />
- Os clientes conversam diretamente com o ServerRADIUS:<br />
</span></p>
<div style="text-align:center;font-family:times new roman;"><span style="font-size:85%;">CLT &#8211;&gt; NAS* &#8211;&gt; SRVRDS<br />
</span></p>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-size:85%;">- Base de dados AAA descentralizada.<br />
- Cifra da mensagem somente o usuário e a senha.<br />
- Engloba dois tipos de mensagens: Uma com a Autorização e Autenticação e a outra com a Auditoria.<br />
- Utiliza UDP<br />
- RFC 2865 e 2866.<br />
</span><span style="font-size:85%;">*<a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1435528373280854382&amp;postID=4638769967452344239" target="_blank">NAS</a>: Network Access Service &#8211; Serviço de Acesso à Rede.</p>
<p></span></p>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:180%;">TACACS+</span> <span style="font-size:78%;">(Terminal Access Concentrator Access-Control Server)</span></span></div>
<p><span style="font-size:85%;">- A mesma finalidade do RDS.<br />
- Ao contrário do RDS ele cifra toda a mensagem.<br />
- Engloba três tipos de mensagens: Uma com Autorização, outra com Autenticação  e outra com Auditoria.<br />
- Utiliza UDP.<br />
- RFC 1432 e RFC 0927.</span></p>
<p><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:180%;">PPTP</span> </span><span style="font-size:78%;">(</span><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:78%;">Point-to-Point Tunneling Protocol)</span><br />
- Tendo a Microsoft como proprietária.<br />
- Os dados enviados pela conexão PPTP têem o quadro PPP encapsulado com um cabeçalho GRE*.<br />
- Usa RCA para criptografia.<br />
- Cifra os dados transmitidos, contudo os dados da negociação da conexão ficam em texto claro.<br />
- Utiliza o TCP.<br />
- RFC 2637.<br />
*<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Generic_Routing_Encapsulation" target="_blank">GRE</a>: Generic Routing Encapsulation &#8211; Protocolo de encapsulamento</span></p>
<p><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:180%;">L2TP</span> </span><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:78%;">(Layer 2 Tunneling Protocol)</span><br />
- Padrão da IETF*, que tem a participação da Cisco e do PPTP fórum, entre outros líderes de mercado.<br />
- Precisa de outro protocolo para fazer a criptografia, geralmente usa-se o IPSec.<br />
- Encapsula os dados não os cifra.<br />
- Normalmente implementado em hardware.<br />
- Utiliza o UDP.<br />
- RFC 2661.<br />
*<a href="http://www.ietf.org/" target="_blank">IETF</a>: Internet Engineering Task Force</span></p>
<p><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:180%;">PPTP / L2TP</span><br />
- Ambos são protocolos de tunelamento da camada 2.<br />
- No código desses dois protocolos existem mensagens que permite a eles criarem uma &#8220;ponte&#8221; para que ocorra a junção entre criptografia e controle de acesso ao tunelamento.</span></p>
<p><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:180%;">SSH</span> </span><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:78%;">(Secure Shell)</span><br />
- Subistituto do Telnet, rlogin, rcp e rsh.<br />
- Cifra os dados transmitidos.<br />
- Utiliza chaves de sessão individuais por cliente<br />
- Ambos são protocolos de tunelamento da camada 2.<br />
- As chaves públicas são trocadas, verificadas e somente depois o túnel é  estabelecido para poder ser enviado o usuário e a senha.<br />
- RFC 4251.</span></p>
<p><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:180%;">IPSEC</span> <span style="font-size:78%;">(Internet Protocol Security Protocol Suite)</span><br />
- Protocolo de tunelamento, trabalhando na camada de rede.<br />
- O algoritmo de criptografia é definido por quem está implementando.<br />
- Implementado de duas formas:<br />
¬ Modo Transporte: Cifra somente os dados, tornando-se assim mais rápido. Normalmente usado em VPNs Host-to-Host. Ficando após a cifragem dos dados o cabeçalho IPSec entre o cabeçalho IP e o payload cifrado.<br />
¬ Modo Túnel: Cifra dados e cabeçalho, sendo mais lento. Ficando após a cifragem dos dados o cabeçalho IPSec entre o cabeçalho IP e o payload, ambos cifrados.<br />
- Utiliza dois protocolos:<br />
¬ AH (Authentication Header): Assina cada pacote e garante integridade e autenticidade.<br />
¬ ESP (Encapsulation Secure Payload): Garante integridade e autenticidade mas também garante confidencialidade ao uso da criptografia.<br />
- RFC 2401</span></p>
<div style="text-align:center;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:180%;">SEGURANÇA DE DISPOSITIVOS</span><br />
</span></div>
<p><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:180%;">FIREWALL</span><br />
</span><span style="font-size:85%;">- Equipamento utilizado para proteger a rede interna de uma organização de ameaças lógicas de redes externas, como a internet.<br />
- Uilizando uma tabela de regras predefidas, permitindo ou bloqueando acesso, tráfego, por meio dele, provendo dessaforma mais segurança aos equipamentos que encontram-se deposi dele.</span></p>
<p><span style="font-size:130%;"># Filtragem de Pacotes:</span><br />
- Trabalha na camada 3 do modelo OSI.<br />
- É rápido pois somente verifica o conteúdo do cabeçalho do pacote.<br />
- Possui duas diretivas para a política de filtragem: Permitir por padrão e Negar por padrão (que é melhor).<br />
- Suas regras são fáceis de definir e portas podem ser rapidamente abertas ou fechadas.<br />
- Pacotes trafegam sem a necessidade que remetente ou destinatário saibam de sua existência.<br />
- Por não enxergar nada além do cabeçalho, um pacote tendo um cabeçalho vazio poderá ter qualque conteúdo, inclusive malicioso.<br />
<span style="font-size:85%;"><br />
<span style="font-size:130%;"># Firewall de Aplicação:</span><br />
- Mais eficaz que a filtragem de pacotes pois examina todo o pacote para poder assim determinar o que deve ser feito com ele.<br />
- Tem conhecimento a nível de aplicação, ou seja, a análise do pacote passa por todas as camadas do modelo OSI.<br />
- As regras utilizadas são mais complexas.<br />
</span><span style="font-size:85%;"><br />
<span style="font-size:130%;"># Stateful Inspection:</span><br />
- Assim como o firewall de aplicação ele utiliza um conjunto de regras mais complexas e também permite o conhecimento dos dados até a camada de aplicação.<br />
- Diferentemente do firewall de aplicação se um pacote é transmitido a ele pela primeira vez a filtragem desse pacote passará por todas as camadas do modelo OSI, todavia se esse pacote for enviado novamente ele não precisará fazer todo esse processo pois ele guarda numa memória que aquele pacote já passou uma vez e quando chega na camada de rede ele libera a passagem.<br />
- Mais lento que a filtragem de pacotes e mais rápido que o firewal de aplicação.<br />
- Permite a abertura dinâmica de portas e fechamento automático após a finalização da conexão.</span></p>
<p><span style="font-size:180%;">ROTEADOR</span><br />
- Formado por duas ou mais intefaces, onde o tráfego de rede é bloqueado ou liberado.<br />
- O encaminhamento de pacotes é baseado em tabelas de roteamento, que podem ser estáticas (configuradas manualmente) ou dinâmicas (protocolo de roteamento).<br />
- Oferece suporte a ACL*<br />
- Para manter as tabelas de roteamento sempre atualizadas, são utilizados protocolos de roteamento que se dividem em dois grupos: Vetor de distância e Link-State.<br />
*<a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1435528373280854382&amp;postID=4638769967452344239" target="_blank">ACL</a>: Access Control List</p>
<p><span style="font-size:180%;">SWITCHES</span><br />
- É um hub inteligente.<br />
- Trabalha na camada 2 do modelo OSI.<br />
- Utiliza o MAC* dos dispositivos para encoaminha para a porta correspondente.<br />
- Possibilita a criação de VLANs*.<br />
- ARP Spoof é um tipo de ataque o qual possue grande efeito sobre os switches.</p>
<p><span style="font-size:180%;">WIRELESS</span><br />
- Access points e interfaces wireless são equipamentos utilizados nas redes wireless.<br />
- Wardriving é um ataque que vem ficando cada vez mais popular.</p>
</div>
</div>
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