Archive for July, 2008

  Por Krix Apolinário   13:03   0 Comments   , ,

Olá,

Já aconteceu de você querer acessar um arquivo e não conseguir por não ter acesso? E para piorar a situação você não sabe como mudar essa permissão! Pois é isso um dia já aconteceu comigo, e com certeza com todo mundo quando estava começando, então para ajudar aqueles que estão passando ou que ainda virão a passar estou escrevendo esse post. Sei que seriam mais prático pegar um post ou tutorial prontinho e indicar aqui mas eu estava com vontade de escrever, rsrs. E também por que vez por outra alguém me pergunta sobre o assunto e assim já posso indicar.

As permissões no linux parecem complicadas mas até que não são, depois de um certo tempo usando, assim como todas as outras coisas, você pega o jeito. Mas para que servem essas permissões??  Para proteger o sistema dos usuários, para que eles de repente não apaguem, escrevam ou coisas assim em arquivos que possam a vir a causar danos, algumas vezes irreparáveis ao sistema.

As permissões existentes são:

r - read: permissão de leitura, representada pelo valor 4 (mais a frente explico melhor sobre esse valor);
w - write: permissão de escrita, representada pelo valor 2;
x - execution: permissão de execução, representada pelo valor 1.

Mas dando nome aos burros, como diria a minha mãe, essas permissões podem ser vistas executado ls -l. Por exemplo:

[krix@rogue]$ ls -l ~krix/
total 72
drwxr-xr-x  3 krix krix 4096 2008-07-04 11:03 Desktop
drwxr-xr-x  3 krix
krix 4096 2008-04-11 14:54 Documents
lrwxrwxrwx  1 krix
krix 26 2008-04-03 15:03 Examples -> /usr/share/example-content
drwxr-xr-x  2 krix
krix 4096 2008-04-03 15:12 Music
drwxr-xr-x  2 krix
krix 4096 2008-05-30 14:57 Pictures
drwxr-xr-x  2 krix
krix 4096 2008-04-03 15:12 Public
drwxr-xr-x  2 krix
krix 4096 2008-04-03 15:12 Templates
drwxr-xr-x  2 krix
krix 4096 2008-04-03 15:12 Videos

Agora vamos entender o drwxr-xr-x, vamos primeiro por casas, que são um total de 10, onde, da esqueda para a direita a primeira indica o tipo, por exemplo:

- = Indica que é um arquivo convencional;
l  = Indica que é um link simbólico;
d = Indica que é um diretório;

As três casas seguinte (2, 3 e 4) indicam as pemissões do usuario (dono). As próximas três (5, 6 e 7) indicam as permissões do grupo, e as três ultimas (8, 9 e 10) indicam as pemissões dos outros.

As permissões podem ser alteradas pelo comando chmod, sua sintaxe é a seguinte:

[krix@rogue]$chmod [opção] [modo_permissão] [arquivo_diretorio]

Exemplo:

[krix@rogue]$ chmod -R 644 ~krix/Documents

Onde:

-R = É uma opção do chmod executando o comando de forma recursiva;
644 = O cada letra representa um trio das casas que comentei anteriormente, ou seja, o 6 representa a soma de 4 + 2, que são as permissões de leitura e escrita, respectivamente, para o dono. O primeiro 4 é a permissão de leitura para o grupo e o segundo 4 é a permissão de leitura para os outros.

Acho que uma tabela pode ajudar:

0 = Permissão a nada;
1 = Permissão de execução;
2 = Permissão de escrita;
3 = Permissão de escrita e execução;
4 = Permissão de leitura;
5 = Permissão de leitura e execução;
6 = Permissão de leitura e escrita;
7 = Permissão de leitura, escrita e execução.

Contudo existe outro modo para ser dada uma permissão que é usando as próprias letras e sinais de soma e subtração, assim:

[krix@rogue]$ chmod -R -x ~krix/Documents

Assim retiramos a permissão de execução para o dono, grupo e outros, pelo fato de não especificar, somente colocando o ‘-x’. No caso a permissão ficou a mesma que usando o 644 porque mais acima quando mostrei as permissões em meu HOME esse diretório estava com a permissão rwx-r-xr-x, certo?!

Mas se eu quizer ser especifica posso fazer da seguinte forma (lembrando que a permissão agora é rw–r–r–):

[krix@rogue]$ chmod -R u+x, o-r ~krix/Documents

Agora a permissão está deste modo rwxr—–. A permissão de execução foi dada ao dono e retirada a permissão de leitura para outros e mantida a permissão do grupo que era de somente leitura.

Além disso ainda existe outro ponto importante para abordar que são os donos e grupos de arquivos e diretórios assim como as permissões de leitura, escrita e exeução são dadas a donos, grupos e outros e podem ser alteradas, o dono e grupo também podem por meio do comando chown, quem tem a seguinte sintaxe:

[krix@rogue]$chown [opção] [modo_permissão] [arquivo_diretorio]

Um exemplo seria melhor neh?!

1 - [krix@rogue]$ chown teste ~krix/Pictures

2 - [krix@rogue]$ chown teste:users ~krix/Pictures

No exemplo 1 somente o dono do diretório foi mudado, já no 2 dono e grupo foram mudados (na verdade somente o grupo mas eu queria mostrar que pode ser mudado os dos ao mesmo tempo).

Mas se eu quizer mudar somente o grupo??? Pode ser usado o comando chgrp que somente altera o grupo e sua sintaxe é a mesma do chown. Exemplo:

2 - [krix@rogue]$ chgrp users ~krix/Templates

A opção recursiva (-R) pode ser usada tanto no chown quanto no chgrp.

Espero que esse post ajude aqueles que tem dúvidas sobre o assunto, não sei se falei muito mas, procurei explicar ao máximo.

Existe um tutorial escrito por Meleu que é muito bom e com certeza vale a pena ser lido.

http://www.linuxsecurity.com.br/info/unix/permissoes.txt

:wq!

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  Por Krix Apolinário   09:35   0 Comments  

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  Por Krix Apolinário   15:03   0 Comments   , ,

Olá,

Hoje instalei o novo Adobe Flash Player em minha máquina, já saiu essa versão já há algumas semanas.

Quem assim como eu não acessava o site da TIM, depois dessa instalação poderá acessar sem problemas, confesso até já ter visto em algum lugar a resolução deste problema, mas não dei muita importancia, infelizmente. Mas enfim, abaixo seguem os passos para a instalação.

Primeiramente fazer o download do pacote e descompactá-lo.

[krix@rogue]$ wget -c http://download.macromedia.com/pub/labs/flashplayer10/flashplayer10_install_linux_070208.tar.gz

[krix@rogue]$ tar xvzf flashplayer10_install_linux_070208.tar.gz -C /tmp

[krix@rogue]$ cd /tmp/install_flash_player_10_linux

Antes de continuar faça uma cópia da biblioteca do Adobe Flash atual para o caso de alguma coisa da errado, rsrs, nunca se sabe neh!

[krix@rogue]# mv /usr/lib/flashplugin-nonfree/libflashplayer.so /usr/lib/flashplugin-nonfree/libflashplayer_old.so

Agora vamos executar o script de instalação, o flashplayer-installer que veio no pacote.

[krix@rogue]$./flashplayer-installer

Copyright(C) 2002-2006 Adobe Macromedia Software LLC.  All rights reserved.

Adobe Flash Player 10 for Linux

Adobe Flash Player 10 will be installed on this machine.

You are running the Adobe Flash Player installer as the “root” user.
Adobe Flash Player 10 will be installed system-wide.

Support is available at http://www.adobe.com/support/flashplayer/

To install Adobe Flash Player 10 now, press ENTER.

To cancel the installation at any time, press Control-C.

NOTE: Please exit any browsers you may have running.

Press ENTER to continue…

Please enter the installation path of the Mozilla, Netscape,
or Opera browser (i.e., /usr/lib/mozilla): /usr/lib/firefox-3.0

———– Install Action Summary ———–

Adobe Flash Player 10 will be installed in the following directory:

Browser installation directory = /usr/lib/firefox-3.0

Proceed with the installation? (y/n/q): y

Installation complete.

Caso a instalação não funcione você pode simplesmente após fazer o backup da biblioteca atual copiar a biblioteca que encontra-se no diretorio descompactado para o mesmo diretório da antiga, exemplo:

[krix@rogue]# cp /tmp/install_flash_player_10_linux/libflashplayer.so /usr/lib/flashplugin-nonfree/

E funcionará da forma a qual deveria ter funcionado se a instalação tivesse ocorrido com sucesso.

:wq!

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  Por Krix Apolinário   10:23   2 Comments  

Olá,

Estava dando uma olhadinha em alguns blogs a pouco e encontrei esse texto no blog do Guilherme Junior e decidi postar aqui. Boa Leitura! :)

Filósofo
“Os últimos serão os primeiros”
Programador
“Pilha”

Filósofo
“Água mole em pedra dura, tanto bate até q fura!”
Programador:
“Agora compila!”

Filósofo
“Uma caminhada de mil léguas começa com o primeiro passo”
Programador
“int main(){”

Filósofo
“Quanto mais sei, mais sei que quase nada sei”
Programador
“Esse array é muito grande”

Filósofo
“Os fins justificam os meios”
Programador
“Outra gambiarra”

Filósofo
“Resolva uma problema de cada vez ”
Programador
“Cada processo deve ser tratado individualmente”.

Filósofo
“Nada é impossível, é tudo questão de tempo”
Programador
“Vou pegar um código fonte no google e alterar”.

Filósofo
“Se você não encontra o sentido das coisas é porque este não se encontra, se cria”
Programador
” // não mexer! eu não sei como, mas assim está funcionando ”

Filósofo
“Nada é tão ruim que não possa piorar”
Programador
“Tava funcionando lá em casa…”

Disse Sun Tzu…
“Conhece a teu inimigo e a ti mesmo e lutará 100 batalhas sem medo da derrota…”
Programador
“instale o kaspersky anti vírus…”

Filósofo
“É melhor ser iludido por sonhos, do que ser iludido por não sonhar.”
Programador
“Tomara que não descubram esse bug!”

Ditado popular…
“Em casa de ferreiro, o espeto é de pau.”
Programador
“O Bill Gates deve usar Linux.”

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  Por Krix Apolinário   08:19   0 Comments   , , ,

Olá,

Se você acha chato ficar usando o comando scp onde, tem-se que digitar aquelas informações e depois digitar a senha para poder assim transmitir algo, é melhor utilizar o SSHFS. O SSHFS (Secure SHell FileSystem) é um sistema de arquivo capaz de operar arquivos de um computadore remoto, ou seja, é como se você montasse o diretório de um outro computador no seu ou onde você montou. Ele usa o SSH (Secure Shell) para fazer o login no computador remoto.

A implementação de onde o SSHFS será montado é feita por meio de um módulo do Kernel chamado FUSE (Filesystem in Userspace).

A instalação é bem rápida e simples:

[krix@rogue]# apt-get install sshfs

Adicione seu usuário no grupo fuse:

[krix@rogue]# usermod -a -G fuse krix

Crie um diretório onde você irá montar o diretório do computador remoto:

[krix@rogue]# mkdir  /media/videos

Montando um diretório:

[krix@rogue]# sshfs  krix@192.168.5.86:/backup /media/videos

Onde:

krix = É o login do usuário;
192.168.5.86 = É o IP do computador remoto, também podendo ser o nome do servidor;
/backup = É o diretório no computador remoto que irei montar;
/media/videos = É o diretório criado na máquina local onde terá /backup montando.

Desmontando o diretório:

[krix@rogue]# fusermount -u /media/pcremoto

:wq!

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